O sucesso deste projeto também depende da sua colaboração e existem diversas formas para o fazer

VOLUNTARIADO

Junte-se à equipa de voluntários que têm dado um importante contributo na realização das diversas ações do projeto e passe uma semana diferente nas Berlengas.

Se tem interesse em colaborar consulte o website da SPEA e contacte-nos!

 

Obrigada a todos os 88 voluntários e estagiários que têm colaborado com o projeto!

Alessandro Marraccini, Ana Carolina Barreiros, Ana Catarina Duarte, Ana Coelho, Ana Ruas, Ana Santos, Ana Santos Torres, Andrea Ripol, Anita Alessandrini, António Vulcano, Bárbara Freitas, Bárbara Gama, Bea Morenza, Brigita Simunac, Carlos Tejada, Carolina Barreiros, Catarina Carvalho, Catarina Galego, Cláudia Pereira, Cláudia Pich, Daniel Lopes, Débora Marujo, Diana Porto, Eliana Sales, Elisabete Silva, Emília Santos, Ewa Kozlowska, Fábio Santos, Filipa Soares, Filipe Moniz, Henry Brown, Iara Ferreira, Inês Brilha, Inês Ferreira, Inês Franco, Inês Gama, Inês Morão, Irene Tolu, Isabel Fortes Rodrigues, Isabelle Bellier, Iván Gutiérrez, Iván Kljun, Jesus Martínez, Joana Ramírez, Joana Romero, Joana Rosa, João Pereira, Leonardo Ricardo, Luís Ferreira, Luísa Crisóstomo, Manuel Quaresma, Margarida Monteiro, Mariana Anjos, Marta Catita, Marta Mancini, Max Hoppe, Miguel Grilo, Miguel Guedes, Nuno Espírito Santo, Patrícia del Peso, Penélope Fialas, Rafael Rocha, Rita Matos, Rodolfo Ramos, Rúben Tarifa Múrcia, Sara Riso, Sara Soares, Simão Maia, Tânia Cale, Tânia Nascimento, Tiago Dias e Toni Mulet.

 

DONATIVOS

Qualquer pessoa ou empresa pode contribuir com donativos para a realização deste projeto e para garantir os trabalhos após o término do co-financiamento da Comissão Europeia. Qualquer contribuição para a SPEA, será sempre bem-vinda, apreciada e reconhecida.

 

TORNE-SE SÓCIO!

O seu apoio é fundamental para este e outros projetos da SPEA. Saiba como!

Conheça os testemunhos de alguns dos voluntários que já colaboraram com o projeto LIFE Berlengas

Ana Santos Torres

Mi participación en el proyecto LIFE Berlengas fue algo totalmente novedoso para mi que superó con creces todas las expectativas. Ha sido una experiencia que me ha permitido conocer y aprender un área de la Biologia marina que apenas conocía, que me ha encantado y que me servirá de mucho en mi carrera profesional. Además, el ambiente de trabajo y en la casa donde estábamos era distendido así como agradable y he podido conocer mejor la cultura portuguesa a través de su gente. Quiero agradecer a SPEA el aceptar mi participación en este proyecto que, sin duda alguna, es para repetir.

 

Penélope Cecilia Fialas

A minha colaboração com a SPEA começou em setembro de 2014, através do programa europeu Leonardo Da Vinci e desde o primeiro momento foi uma "imersão total" no mundo da conservação das aves marinhas e outras aves em geral. Nos últimos meses, tive a oportunidade de participar em várias tarefas que estavam a decorrer, principalmente no âmbito do projeto LIFE Berlengas. Ao viajar para o arquipélago das Berlengas entrei em contacto com a natureza, a rica biodiversidade e as pessoas acolhedoras da ilha. Foi uma experiência incrível e muito gratificante, tanto profissionalmente como pessoalmente. Finalmente, gostaria de agradecer a toda a equipa da SPEA por me ter recebido tão calorosamente e ter-me feito sentir como parte de uma grande família.

 

António Vulcano

No ano passado, em setembro, tive a oportunidade de ir durante uma semana às ilhas Berlengas como voluntário da SPEA. Nesta altura o projeto LIFE Berlengas tinha começado há pouco tempo. Acho que a primeira fase dum projeto é sempre muito interessante para ter uma ideia da quantidade de trabalho que há por de trás do que é divulgado. Estive trabalhando na captura de murganhos e na remoção de chorão com mais dois técnicos e três voluntários. Além de aprender muito com eles, aproveitei cada dia neste lindo arquipélago também na companhia dos Vigilantes da Natureza. Também nos acompanharam três biólogos do IMAR de Coimbra que estavam a monitorizar as cagarras. O trabalho decorria durante toda a noite e as  colonias animam-se no verão: sem dúvida é um espetáculo inesquecível. Mas o melhor momento foi o dia e noite passado nos farilhões: a sensação de liberdade, acompanhada pelo vento e os roques-de-castro, adiciona valor e beleza a uma visita a estas pequenas ilhas oceânicas. A melhor maneira de conhecer as Berlengas é ir como voluntário, dando uma mão à natureza e disfrutando dela ao mesmo tempo.

 

Max Hoppe

Durante o meu estágio na SPEA, no âmbito do programa Erasmus, que decorreu entre janeiro e julho de 2015, estive três vezes nas Berlengas. A minha primeira viagem para a ilha foi num bote de borracha e com ondas de 3 metros, o que foi bastante impressionante! O arquipélago também me pareceu espetacular visto desde o mar. Quando cheguei ao cais fui calorosamente recebido por todos: vigilantes da natureza, faroleiros, pescadores e equipa da SPEA. De forma geral há uma grande cooperação e uma atmosfera amigável entre todas as pessoas que trabalham na ilha. Os trabalhos a desenvolveram eram versáteis e muito interessantes: monitorização de diferentes espécies de plantas e animais, marcação e anilhagem de mamíferos e aves, recuperação do habitat através da remoção do chorão, entre outras. Durante o meu tempo livre podia desfrutar da beleza natural da ilha ou divertir-me a jogar volei de praia, ténis-de-mesa ou às cartas. Gostei muito da minha estadia e da companhia dos meus colegas. Espero que os trabalhos de conservação desenvolvidos na Berlenga tenham sucesso para proteger este pedaço de terra único. Tenho esperança e espero ansiosamente por um dia poder voltar.      

 

Emília Cadeireiro

A minha colaboração com a SPEA começou em setembro de 2014, através de um estágio curricular no âmbito do Mestrado de Biologia Marinha e Conservação do Instituto Universitário de Ciências Psicológicas Sociais (ISPA). O estágio foi relativamente curto, considero que deveria ter optado por ter mais horas. No entanto, a minha experiência foi bastante gratificante, pois deparei-me com metodologias de trabalho totalmente diferentes do mundo profissional atual. Ao longo da minha estadia no arquipélago das Berlengas, deparei-me com um “mundo” onde a tecnologia não é uma constante e onde a maioria dos telemóveis tem pouca ou nenhuma rede, considero que isso torna a experiência mais enriquecedora, pois a falta de contacto constante com o mundo exterior promove a empatia, união, entreajuda e um ótimo trabalho de equipa. A rotina não é marcada pelo compasso do relógio, mas sim pela boa disposição e motivação para fazer o melhor que se consegue, sempre que uma equipa termina as suas tarefas procura ajudar a equipa que esteja mais atrasada, não existindo uma competição feroz pela “medalha de produtividade” e sim pela boa execução das tarefas por parte de todos. Penso que são estas características que distinguem a SPEA de outras organizações. Estagiar na SPEA é fazer parte de uma família que nos acolhe e que nos ensina a olhar o mundo de uma outra forma, que nos leva acreditar que é possível conservar os nossos recursos e com isso promover um ambiente saudável não só para nos humanos como para todas as espécies.

 

Fábio Santos

O Berlenga ia diminuindo as milhas de distância à ilha e eu questionava-me como iria ser esta experiência. Cedo percebi que ali o ambiente era bastante tranquilo e saudável e as pessoas, essas eram todas bastante simpáticas e acolhedoras. No primeiro dia instalou-se instantaneamente um ambiente familiar, de camaradagem e de entreajuda mesmo que em modo polilinguistico. As subidas ingremes, os turnos às 6 da manhã e o "esforço imenso" de andar a contar coelhos, e até mesmo contar plantinhas, eram ultrapassados pelo gosto que todos tinham e mostravam pela Natureza. Para mim foi uma experiência muito gratificante que irei certamente repetir!

 

Rafael Rocha

Ao longo dos últimos 5 anos, estive envolvido em vários trabalhos como voluntário na SPEA, maioritariamente censos. Como queria ampliar a minha participação e estendê-la aos projetos de conservação da SPEA, não pude deixar escapar a oportunidade de participar como voluntário no Projeto Life+ Berlengas durante uma semana. E certamente que foi uma decisão acertada! Monitorização de ninhos de cagarra, monitorização das populações de ratos e coelhos, censos de aves marinhas e remoção de chorão foram algumas das tarefas levadas a cabo durante a semana, com um horário bastante preenchido, mas sempre com algum tempo para desfrutar a beleza natural e a praia da ilha da Berlenga, bem como para o convívio. Foi uma semana muito produtiva, de grande aprendizagem e de trabalho em equipa e em que sobretudo pude sentir que estava a fazer uma contribuição que, apesar de pequena, creio ter sido essencial para um projeto de maior escala. Uma experiência única e com certeza a repetir!

 

Ewa Kozlowska

Before I saw it only in some movies, but in Berlengas it was real! The night shift of cagarra chicks control will stay in my mind I hope forever. Ana and me went to the nesting place of cagarras at around midnight. It was very dark and very windy that night. It was my first time to go there at night, and, I have to admit, I was a bit scarred. But when we reached the place, I forgot about all my fears. Some of the adult birds were sitting on the rocks near the nests, others were inside together with their babies. It was unforgettable experience to walk among them, to touch the free, wild birds. While I was measuring one of the little cagarras, probably its mother or father was sitting just next to me. A bit like in a paradise where animals were not afraid of people. But not only the birds I will keep in my mind. I was very touched by the hospitality of SPEA stuff and the people working on Berlengas. Thanks a lot for the best of the Portuguese kitchen that we could taste every day. And thanks for teaching me your language. Muito obrigada!